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152) INFLUENZA – Protocolos: Diagnóstico e tratamento. Medidas de prevenção para os serviços de saúde.

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Editado por:

Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro

Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil do Rio de Janeiro

Edição

26 de julho de 2009 – Versão 2.1




Organizado por:

SESDEC - Subsecretaria de Atenção à Saúde – Superintendência de Unidades Próprias
e

SMSDC - Subsecretaria de Atenção Hospitalar, Urgência e Emergência.


Conteúdo:

Situação atual e objetivos.............................................................03
Definição, transmissão e incubação...............................................03
Quadro clínico..............................................................................04
Exames complementares..............................................................05
Quando internar? Como tratar?.....................................................07
Casos especiais...........................................................................13
Medidas fundamentais de prevenção ............................................15
Uso de Equipamento de Proteção Individual (EPI)...........................16
Outras medidas de proteção.........................................................17
Elementos adicionais para os cuidados de saúde.............................17
Características epidemiológicas atuais da doença...........................19
Telefones úteis ...........................................................................19
Referências bibliográficas.............................................................20


Situação atual e objetivos:

“...As medidas atuais são recomendadas para todos os quadros de Influenza...A principal característica destas recomendações é a identificação e o tratamento dos casos graves e de surtos em comunidades fechadas...

...Os objetivos deste protocolo são detectar a enfermidade e reduzir os óbitos e complicações da doença...

... Estas recomendações podem ser alteradas a qualquer momento, de acordo com a disponibilidade de novas evidências.”


Definição, transmissão e incubação:

“... A síndrome gripal é definida como: Indivíduo com doença aguda (com duração máxima de cinco dias), apresentando febre (ainda que referida) acompanhada de tosse ou dor de garganta, na ausência de outros diagnósticos...

... A definição de caso passou a ser focada na doença respiratória aguda grave de qualquer etiologia viral...

...Definição de caso de doença respiratória aguda grave: Indivíduo de qualquer idade com doença respiratória aguda caracterizada por febre, acompanhada de tosse ou dor de garganta e dispnéia ou outros indícios de agravamento (taquipnéia, hipoxemia, hipotensão, confusão mental etc.)...


Transmissão:

... O contágio é de pessoa a pessoa primariamente através de transmissão por gotículas respiratórias que são partículas de grande tamanho (por exemplo, quando uma pessoa infectada tosse ou espirra perto de uma pessoa susceptível). Este tipo de transmissão necessita de contato próximo já que as gotículas não se mantém suspensas no ar e geralmente viajam por distâncias curtas (inferiores a 1,80m). Outra forma possível de transmissão é o contato com superfícies contaminadas...


Período de transmissibilidade:

A disseminação do vírus ocorre a partir de 1 dia antes do início dos sintomas até 7 dias depois do início dos sintomas. Crianças, especialmente as mais novas, e pacientes imunodeprimidos podem disseminar o vírus por períodos maiores (até 14 dias).


Período de incubação

O período de incubação pode se estender de 1 a 7 dias.


Cuidados no Domicílio:

Casos de síndrome gripal que não apresentem fatores de risco ou complicações poderão permanecer em domicílio. No domicílio seguir os seguintes cuidados:

• Higienizar as mãos após manusear o paciente, objetos e superfícies potencialmente contaminadas. Lavar as mãos com freqüência e sempre antes e depois de lidar com o paciente. Lavar as mãos depois de tossir ou espirrar.

• Os objetos usados podem ser limpos com água e sabão e desinfetados com álcool a 70% ou água sanitária, assim como as superfícies tocadas. Lembrar de limpar as maçanetas.

• Usar a etiqueta de tosse e espirro (cobrir a boca e o nariz com lenço de papel, lavar as mãos). Descartar imediatamente o lenço.

• Não freqüentar lugares com aglomeração de pessoas (transportes coletivos, cinemas, teatros etc.).

• Não compartilhar talheres, copos, objetos, alimentos etc.

• As roupas de cama e do corpo não devem ser sacudidas. Lavá-las com água e sabão ou detergente.

• Não tocar os olhos, nariz e boca com as mãos contaminadas.

• Pessoas de alto risco para a doença não devem ter contato com o paciente (grávidas, crianças com menos de 2 anos, imunocomprometidos, idosos com mais de 65 anos etc.).

• As pessoas que estão cuidando do paciente devem ser instruídas a procurar assistência médica caso haja piora clínica do paciente (por exemplo, referir imediatamente o paciente em casos de inconsciência, convulsões, dor torácica ou abdominal severa, dispnéia e dificuldade respiratória, desidratação etc.).


Medidas fundamentais de prevenção:

O que fazer:

• Higienizar as mãos sempre antes e depois de tocar no paciente e manipular utensílios e equipamentos que entraram em contato com o paciente.

• Higiene das mãos: água e sabão ou álcool-gel.

• Manter distância entre os pacientes (superior a 1 metro, idealmente 1,8m), evitando acúmulo de pacientes próximos.

• Se possível, manter os casos suspeitos de Influenza em um ambiente separado dos outros casos médicos.

• Garantir a privacidade do paciente e evitar o trânsito e permanência de pessoas desnecessárias no local.

• Proteger a mucosa da boca e do nariz.

• Manter ventilação e limpeza adequadas do ambiente.

• O paciente suspeito deve cobrir a boca e nariz ao espirrar ou tossir.

• Se não estiver disponível um lenço de papel, pode ser usada a dobra interna do cotovelo, para espirrar ou tossir.

• Jogar o lenço no lixo, logo após usar.

• Evitar tocar boca, nariz e olhos com as mãos.

• Evitar contato próximo (abraços, beijos, aperto de mãos) com as pessoas com gripe.

• Não compartilhar utensílios e alimentos.

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Telefones úteis no RIO DE JANEIRO:

Para acesso a medicação contactar a Central Estadual de Regulação:

• Central Estadual de Regulação (21) 2332 8577.

Disque Gripe para esclarecimento sobre sintomas e monitoramento de pessoas gripadas:
• 0800 2810100.

Telessaúde para orientação e dúvidas da população:
• (21) 3523 4025.

Rio contra a gripe – informações para profissionais de saúde e população:

• http://www.riocontragripea.rj.gov.br

Este protocolo completo (20 páginas com 292 KB) encontra-se na página abaixo
(Veja mais em...)


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A Versão 1.1 – Edição 05 de maio de 2009 é encontrada disponibilizada em

http://www.crf-rj.org.br/crf/arquivos/Protocolo1.pdf

Acessado em 30/07/2009 – às 13h


Inserido neste site em 30/07/2009.


Veja mais em: http://www.cesaho.com.br/publicacoes/index.aspx